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Vida sexual monótona estimula fascínio por Cinquenta tons


Sexo *baunilha ou sexo sacana? 




"Ao ver essas reações femininas de encantamento com Mr. Gray, e ao ouvir e ler sobre o estímulo que essa leitura trouxe para as mulheres, imagino o quão pobre ou no mínimo sem graça andava a vida sexual dessas mulheres"


Quando acabei de ler a trilogia dos Cinquenta tons de cinza esse foi o principal questionamento que mobilizou conversas com amigos, colegas profissionais e pacientes.

Pessoas mais rígidas acham um absurdo mulheres lerem em público - metrô, ônibus, fila de espera - esses livros com descrições de cenas sexuais.



Vejo essa trilogia como um conto de fadas moderno com conteúdo sexual, plausível em qualquer relacionamento do século XXI. Uma atualização do príncipe que encontra a mocinha donzela (na maioria das vezes uma menina de pouco poder social ou financeiro) e a leva para viver em seu castelo.

Cristian Gray não é um príncipe, mas um bem-sucedido empresário, jovem, bonito e sensual (uau!) com um poder sexual que pode parecer "estranho" à primeira vista por seus fetiches controladores e pelo uso de acessórios sexuais, que vão se flexibilizando à medida que se vê apaixonado pela jovem Ana (pasmem!) ainda virgem no ultimo bimestre da universidade e que o aceita com suas 'manias' e aprende a tirar prazer dessas vivências diferentes que incluem chicote, algemas, vendas, presilhas para mamas ou apetrechos para penetração vaginal ou anal.



Ela se apaixona e tem um ar cuidadoso pelo homem sem interessar-se pelo status, carros, presentes, joias, roupas que esse jovem pode proporcionar a ela. É ou não um conto de fadas moderno?
Quantas milhares de leitoras passaram a alimentar fantasias do quanto gostariam de encontrar esse homem controlador e viver uma tórrida história de amor e sexo?

Mas ao ver essas reações femininas de encantamento com Mr. Gray, e ao ouvir e ler sobre o estímulo que essa leitura trouxe para as mulheres, imagino o quão pobre ou no mínimo sem graça andava a vida sexual dessas mulheres e seus parceiros.

O quanto que as pessoas não podem deixar suas relações perderem o carinho e a sensualidade a ponto de acharem lindo o sexo baunilha do livro, e a se entusiasmarem tanto com umas pitadas de erotismo das descrições de sexo e do uso de apetrechos sexuais em uma relação.

Como o entusiasmo do namoro, a sacanagem de amassos da vida de solteiro que levava ao sexo caliente se perdeu?



Os casais se distanciam e passam a viver uma vida morna e solitária responsabilizando a gravidez, o cansaço com filhos, trabalho ou a preocupação com o dinheiro, ou a famosa rotina da vida a dois como causas desse esfriamento. Como se essas questões não fossem uma responsabilidade de cada parceiro da relação em estar atento e não deixar morrer a noção de que precisamos investir em tempo para continuar a ser casal. Afinal, os filhos vão crescer e irão embora para seguirem suas vidas.  E a qualidade de vinculo afetivo e sexual que você alimentar no decorrer de seu relacionamento é que trará a continuidade dessa relação mais quente ou não.

Se permitir viver coisas novas, é uma necessidade para a sobrevivência erótica da relação homem-mulher. É importante que ambos percebam que podem:

- buscar ousar, experimentar seus sentidos;

- brincar com fantasias, fetiches e experimentar apetrechos sexuais que podem ser desde uma venda, um creme/gel com sabor para lambuzar e desfrutar da sensação de saborear o corpo;

- brincar com massageadores, penas, chicotes que podem ser desde o de cetim até o mais real de corino;

- brincar com algemas que podem ser de tecido, couro ou metal;

- brincar, sensualizar e sacanear como nas descrições tão admiradas pelos leitores de Cinquenta tons.



Mas viver a dois implica em cumplicidade, carinho e por isso o sexo baunilha pode e deve existir como uma demonstração do quanto é gostoso estar juntos.

Mas afinal ... sexo baunilha ou sexo sacana? Qual você prefere?

Que tal se permitir viver os dois?

* Sexo básico, carinhoso, com sensualidade e carícias tipo papai-mamãe

por Arlete Gavranic







dicas para o sexo - sexualidade -  Desejos e Fantasias de Casal









Estresse do dia a dia dificulta desejo sexual espontâneo


Muitas vezes espera-se que o desejo espontâneo faça a sua parte para que o sexo aconteça, mas deixa-se de observar o quanto ele está impedido o sexo de acontecer, e aí  esperar por isso pode ser eterno




A vida profissional, a competitividade e a necessidade pessoal de ser bem-sucedido, impõem uma rotina intensa e exigente, tanto na jornada de trabalho, como na qualidade e agilidade de sua execução.
Nessas condições, o trabalho passa a ser mais do que um meio de subsistência e satisfação profissional e torna-se uma fonte de obsessão, provocadora de um alto grau de estresse e desgaste emocional.

Sem contar as diversas solicitações (ou estímulos) que nos obrigam a manter um status quo legitimado socialmente, mesmo que não seja nossa “escolha ou desejo”. Isso envolve o desempenho de diversas atividades, como por exemplo: a academia, o MBA, o inglês/espanhol/alemão/francês/mandarim,  atividades com colegas ou amigos... Enfim, atividades básicas, mas essenciais para se sentir inserido no mundo.

Todo esse contexto dificulta a própria convivência, no sentido de tempo e oportunidade de se estar junto daquele (a) com quem se decidiu  compartilhar a vida.



É evidente que magicamente nada se soluciona. Portanto, o casal precisa arregaçar as mangas e entrar nessas questões para que os conflitos ou o clima entre ambos não piore ainda mais.

Seria querer demais que ainda assim a presença do desejo sexual ou a sua manifestação fosse a coisa mais tranquila ou espontânea do mundo.

Não quero aqui dar a ideia de que o desejo sexual só possa existir ou ser manifestado em condições totalmente favoráveis, mas é preciso um mínimo de condições internas e externas para que esse possa vir à tona.

Gostaria de deixar claro que se não tivermos uma atenção e dedicação para com a nossa sexualidade, ela pode facilmente não se manifestar ou deixar de ser vivida.



Portanto, cabe a cada um observar o quanto ela é importante em sua vida e o quanto faz falta para si ou para o relacionamento.

Muitas vezes espera-se que o desejo espontâneo faça a sua parte para que o sexo possa acontecer, mas deixa-se de observar o quanto ele está impedido o sexo de acontecer, e aí  esperar por isso pode ser eterno.

Em se tratando de sexo, nem sempre tudo acontece assim tão naturalmente (espontaneamente). Por vezes, precisamos nos esforçar e forçar situações para que situações agradáveis e prazerosas possam acontecer.

Não se justifica ficar na esperança do espontâneo sem que as condições cotidianas ou relacionais assim o permitam. Portanto, iniciativas, mesmo que sem desejo, podem sim, no decorrer da situação, despertar o desejo sexual; e a partir daí ela ser muito prazerosa e satisfatória.



Não dependa apenas do espontâneo, se ele não acontecer e quiser ter uma vivência agradável e prazerosa com o seu par, não hesite em ter iniciativas e buscar essas situações. Viva e faça acontecer. Não fique esperando...








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Conversa de travesseiro é importante e aproxima o casal



Segundo pesquisa, homens que dormem logo depois do sexo tendem a evitar discussões ou compromisso mais sério com a parceira





Depois do sexo, as mulheres gostam de um carinho, um aconchego e conversar com o seu parceiro. Porém, muitas vezes, os namorados (ou maridos ou ficantes) acabam caindo no sono rapidamente, cessando qualquer possibilidade de bate-papo.

Além de um sinal natural de relaxamento do corpo masculino, alguns pesquisadores da Universidade de Michigan sugerem que esse sono pode estar ligado inconscientemente a uma defesa contra discussões de relação pós-sexo, entre os comprometidos, e até contra uma conexão mais séria com uma parceira, no caso dos solteiros.

Na pesquisa, divulgada no Daily Mail, os cientistas descobriram que as mulheres cujos parceiros terminam uma noite de paixão virando e cochilando logo após o sexo são inseguras e sentem falta de carinho. Os psicólogos da Universidade de Michigan afirmaram que abraçar e conversar depois do sexo são formas importantes para o casal expressar seu compromisso.



Os pesquisadores dizem que a chamada “conversa de travesseiro” pode ser tão importante quanto o que acontece antes do sexo ou até mesmo o ato em si, pois é um momento de cumplicidade e aproximação entre o casal.

Para chegar a essa conclusão, o estudo foi feito com 456 pessoas heterossexuais, que preencheram pesquisas on-line sobre os seus padrões de sono com seu parceiro. O autor principal da pesquisa, Dr. Daniel Kruger descobriu que o desejo dos participantes para uma conexão emocional, afeto e comunicação era maior quando seu parceiro adormecia primeiro.

De acordo com estudos anteriores, os homens dormem antes das mulheres, pois durante o sexo há uma liberação de hormônios, como a oxitocina, que agem como um sedativo.



Entretanto, o Dr. Kruger acredita que existe outra razão para esse sono pós-sexo dos homens. Segundo ele, adormecer antes de sua parceira pode ser uma forma inconsciente para eles encerrarem quaisquer conversas sobre compromisso. Você concorda com a pesquisa?








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6 melhores momentos para fazer sexo



Existe melhor hora para fazer sexo? 





Para descobrir a resposta para essa pergunta, o site da revista Cosmopolitan fez uma enquete com suas leitoras e leitores. Veja quais foram os momentos eleitos pelos internautas:

Um uma manhã preguiçosa de sábado
Esse horário foi o vencedor da pesquisa. Surpreenda seu parceiro com sexo oral enquanto ele estiver acordando.

Antes de dormir
Segundo colocado na enquete, com 23% dos votos, esse horário é, com certeza, um dos mais comuns para fazer sexo. Para sair um pouco da rotina, vá para a cama vestindo uma camisa do seu parceiro e nada mais.



Durante a tempestade
O barulho da chuva parece inspirar os leitores da publicação, já que esse foi o terceiro melhor momento segundo a enquete. Para esquentar o clima, apague as luzes, mesmo que a eletricidade não tiver caído.

No meio do dia
Seja uma escapada durante o horário de almoço num dia de semana ou um momento de amor na tarde de um domingo preguiçoso, esse horário promete ser uma boa pedida.



Antes do expediente
Que tal começar o dia de trabalho com as energias renovadas? É isso que o sexo antes do expediente promete.

À noite, no carro
Essa é uma fantasia relativamente comum e só o risco de ser pego no flagra já deixa as coisas mais apimentadas.









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Socorro, minha libido sumiu!

 Saiba o que fazer para recuperar o tesão perdido




A diminuição do desejo sexual pode ter origem física ou psicológica.

É o sonho de muitas mulheres ser boa esposa, mãe e profissional no horário comercial e uma excelente amante à noite, daquelas que fazem o parceiro dormir com um sorriso no rosto. Só que nem sempre o apetite sexual está com a força necessária para o dia ser encerrado com chave de ouro. Muitas vezes, até sem que se perceba, a libido diminui e chega a sumir. E então, o que fazer?

Em primeiro lugar, deve-se entender o seu padrão sexual e saber que não existe medida exata para o desejo. “Libido baixa só é preocupante se começar a trazer sofrimento para a mulher ou se, comparando com um período anterior, houver uma defasagem muito grande na frequência das relações – de três vezes por semana para uma vez por mês, por exemplo. É uma questão pessoal, em que não se estabelecem limites mínimos ou máximos”, afirma a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini. Portanto, não é porque suas amigas alegam transar com os maridos todos os dias que você vai se desesperar e se forçar a ter o mesmo ritmo.

Isso compreendido, se o problema for realmente perda de libido, é preciso detectar sua causa, que pode estar no físico ou no psicológico, e daí partir para as soluções.




Atenção aos hormônios
Quando o namorado de Cristiane, 41 anos, reclamou que eles não faziam sexo havia mais de dois meses, ela levou um susto. “De cara, me defendi dizendo que andava trabalhando muito, o que não era verdade. Eu simplesmente não estava a fim, mas não tive coragem de falar para ele”, lembra a advogada paulistana. “Mas fiquei pensando naquilo e me dei conta de que o período batia com a mudança da minha pílula anticoncepcional. Fui ao médico o mais rápido possível e descobri que minha contagem hormonal estava toda errada. Voltei à pílula antiga e logo fizemos as pazes na cama”.

“A parte hormonal é muito importante. Alguns anticoncepcionais alteram a produção de testosterona, e isso diminui a libido”, explica Ambrogini. Ela também ressalta que existem antidepressivos que, ao aumentar a produção de serotonina, tiram o desejo das pacientes. Faz-se necessário, nesses casos, administrar o equilíbrio da testosterona. Sempre sob supervisão clínica, como frisa a médica: “No Brasil ainda há restrições a esse tratamento, por isso é essencial o acompanhamento. Mas não há nada a temer, a literatura médica prova que o uso da testosterona é positivo em mulheres, e países como a Inglaterra e a Austrália o fazem com resultados excelentes”.



Períodos de atividade hormonal incomum, como a menopausa, a pós-menopausa e o pós-parto também requerem atenção especial. Não é difícil perder a libido quando se passa por eles, mas uma consulta com o seu ginecologista colocará sua vida sexual nos eixos facilmente.


A cabeça também comanda o sexo
Se a questão não é hormonal, são os fatores emocionais que mandam na vontade feminina de fazer sexo. Prestes a ser publicado, o estudo “Fatores de influência na sexualidade das mulheres com queixa de disfunção sexual”, do projeto Afrodite (ambulatório de sexualidade feminina da Unifesp), analisa a relação entre autoestima e libido e conclui que, quanto maior uma, maior a outra.

A coordenadora de psicologia do projeto, Maria Cláudia Lordello, adiantou para o Delas alguns dos pontos mais relevantes da pesquisa, feita em forma de questionário com as pacientes do ambulatório. “As mulheres mais seguras verbalizam o que querem, conversam sobre seus sentimentos e desejos com os homens, exigem preliminares. As que apresentam baixa de desejo normalmente estão com a autoestima comprometida, ou por não gostarem do próprio corpo ou por não se sentirem valorizadas pelos parceiros. Um elogio deles na hora certa já as ajudaria muito”, diz.




A faixa etária com a maior incidência de reclamações, de 31 a 45 anos, chamou a atenção dos pesquisadores, já que é neste intervalo, em teoria, que a mulher está em seu auge físico e sexual. “Percebemos, então, que esta é a fase do relacionamento longo, da chegada dos filhos e da valorização da carreira, o que pode causar a dessexualização feminina”, esclarece Lordello.

A carioca Sabrina, 35 anos, encaixa-se nesse recorte. Após dar à luz Enzo em outubro do ano passado, ela passou quase seis meses sem transar com o marido, com quem está há oito anos. “Me deu uma sensação de que eu era mais mãe do que mulher, não queria que ele brincasse com os meus peitos, que eu usava para amamentar nosso filho. Para minha sorte, ele foi muito legal, respeitou meu tempo e conversamos bastante. Agora está tudo bem”, comemora.

Lordello defende que o casal faça esse tipo de esforço para deixar a chama sempre acesa: “O diálogo é essencial. E nada de mudar os papeis, passar a se chamar de ‘pai’ e de ‘mãe’ com o nascimento dos filhos. Os dois têm que conquistar e seduzir o outro o tempo todo, manter o interesse, a admiração. O grande afrodisíaco da vida é a paixão”.




Dicas para esquentar sua vida sexual

* Crie razões para pensar em sexo – A excitação pode ser encontrada até em cenas picantes da novela das nove. Por que não fantasiar que é você nos braços do galã da vez?

* Invista em lingeries sensuais – Além de ser um presente para os sentidos do parceiro, vestir peças caprichadas fará você se sentir mais poderosa e elevará sua autoestima



* Troque mensagens ousadas com seu homem – Use o celular e o e-mail durante o dia para preparar o clima da noite

* Leia contos eróticos – Eles estimulam a sexualidade e podem dar ideias de novas fantasias



* Assista a filmes pornográficos feitos especialmente para mulheres – Dois bons títulos para começar são o premiado “Cinco Histórias Quentes para Ela” (de Erika Lust) e “Fantasias Femininas” (de Petra Joy)

* Crie tempo para o romance do casal – Reserve pelo menos um dia por semana para ficar a sós com ele. Deixe as crianças com a babá ou com a avó e curta a noite como nos tempos de namoro









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Manual da rapidinha: aprenda cinco regras básicas de uma transa-relâmpago


Especialista diz que ninguém deve deixar a rapidinha de lado mesmo depois de anos de relacionamento




A rapidinha é divertida, pois tem o tempero da aventura e lembra a fase da descoberta do sexo, quando tudo precisava ser feito às pressas. "A maior parte dos casais a pratica durante o início do relacionamento, quando a libido está a mil e um não consegue tirar as mãos de cima do outro", afirma Carolina Ambrogini, ginecologista e coordenadora do Projeto Afrodite, da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo).

Mas a especialista afirma que as rapidinhas não devem ser deixadas de lado: "Principalmente para casais que estão juntos há muito tempo, para manter a libido e a fantasia sempre em alta". E como é impossível prever quando uma transa-relâmpago acontecerá, é fundamental ter sempre um preservativo à mão. Lembre-se dessa regra e acompanhe as outras dicas para ter mais prazer.

Lugar
Na maior parte das vezes, a rapidinha não acontece na cama. Em geral, quando bate o desejo, vale da pia da cozinha a uma paradinha no drive-in. As opções são muitas, mas lembre-se que os locais públicos não estão entre elas, pois atentado ao pudor é crime. Por isso, esqueça as escadas de prédios, estacionamentos e banheiros de casas noturnas, por exemplo. "Agora, se a intenção for apenas fugir da marcação cerrada de filhos pequenos ou sogros vigilantes, o casal pode ir para a despensa, a garagem, o sótão", exemplifica Fernanda Pauliv, professora de artes sensuais.




Preliminares
Em uma rapidinha, não há muito tempo para carícias. "Uma relação sexual convencional dura, em média, 15 minutos, com as preliminares. A rapidinha demora menos de cinco", diz Carolina Ambrogini, da Unifesp. Para ela, nessas circunstâncias, a intensidade do beijo na boca vai contar muito. "Os beijos são indispensáveis para o aumento da excitação", diz Carolina.



O sexo oral, tão importante para a estimulação e o prazer femininos, costuma ser deixado de lado, pela pressa da transa. "O estímulo erótico está baseado na falta de tempo, na própria adrenalina de ter de ser rápido. A tensão favorece a excitação mais rápida. As preliminares ficam mais concentradas na região genital e com toques mais vigorosos", diz Patricia Pelegrina Rosseto, psicóloga e psicoterapeuta com enfoque na sexualidade.



Roupas
O que tirar, o que deixar? Na dúvida, faça somente o básico: abrir o zíper da calça, desabotoar a blusa ou subir o vestido, em especial se a rapidinha tiver de ser disfarçada caso alguém apareça inesperadamente. "Quando a situação permite, há até quem rasgue a roupa um do outro, tornando o momento ainda mais a excitante", diz Carolina Ambrogini. Na opinião dela, o fato de as pessoas não ficarem completamente nuas e o sexo ser afoito lembra bastante algumas cenas clássicas de cinema –como a de Diane Lane e Olivier Martinez transando no banheiro do restaurante em "Infidelidade" (2002). "Essas sequências ficam gravadas na memória das pessoas como algo muito erótico", fala Carolina.



Palavras
Segundo Fernanda Pauliv, tudo começa com as palavras, pois expressam o desejo e sinalizam que as pessoas não conseguem mais se conter e, portanto, vão se deixar guiar pelos instintos. "Frases como ‘Quero você agora' e 'Se você não parar de me beijar, não me responsabilizo pelos meus atos' dão uma boa ideia de como o parceiro está se sentindo", afirma. Se a rapidinha acontecer na casa de amigos ou da família, em um momento de distração das pessoas, tudo deve ser feito aos sussurros para não chamar a atenção. Abafar gemidos contribui para elevar o tesão.



Posições
As posições em pé são as mais recomendadas, pela facilidade de encaixe, tanto com um de frente para o outro quanto com a mulher de costas para o homem e apoiada na parede. Mas em alguns locais a mulher pode ficar sentada (na pia ou na cadeira do escritório, por exemplo) ou até deitada, se o ambiente contar com uma mesa. "Não dá para pensar nem variar muito, e isso dá graça ao momento", afirma Carolina Ambrogini.










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Be-a-bá do prazer: 10 lições pra treinar a pegada



Se seu parceiro derrapa na cama, não faz por isso mal. É que o corpo masculino é diferente do nosso e ele precisa aprender os segredos do prazer feminino. Com carinho, ele vai tirar nota 10!




Ele não beija você nem acaricia ou explora seu corpo durante a transa. Chato, muito chato...

Aqui vale a dica de fazer nele o que quer que ele faça em você. Acaricie os cabelos dele, arranhe suas costas, beije a orelha, o pescoço e até os mamilos. Use e abuse das palavras e gemidos: "Sua boca no meu corpo me deixa louca!". Ele vai entrar na sua dança.




Não estimula seu clitóris (ou toca nele de um jeito que não dá prazer). Problemão, hein!

Não existe outra maneira além de ensinar o beabá. "Se um homem sabe masturbar uma mulher, aprendeu com outra mulher", diz Suely. Conduza a mão dele pelo clitóris, mostrando como gosta que os movimentos sejam feitos e a pressão exata de cada um. Ou masturbe-se na frente dele - é excitante e funciona!


Ele só faz movimentos curtos de vaivém e não se preocupa em variar as posições. Que tédio!

Se é ele quem está por cima, tente controlar a velocidade e a profundidade da penetração segurando o quadril do gato com as mãos. Troque de posição com jeitinho, virando para o lado, mexendo as pernas. Aproveite para dizer: "Vem cá, faz mais de ladinho, é tão gostoso!".




Ele é apressadinho e não espera você atingir o orgasmo. E o pior: justo quando estava tão perto...

Calma, garota, até para isso tem solução! Se notar que o gato está chegando lá, reduza o movimento, dê um beijo nele, faça carinho e sussurre: "Espera só mais um pouquinho, eu estou quase lá e fico louca quando chego ao orgasmo com você".


Ele pula as preliminares e vai direto para a penetração

Você toma as rédeas das preliminares, assumindo o comando e deixando-o louco, esperando a penetração. Faça uma massagem gostosa nele, vende seus olhos, dê beijos em seu corpo e mostre como você se delicia com isso. Combinem que na próxima vez é ele quem faz!




Não estimula seu ponto G (talvez nem saiba onde fica)

"Se você conhece seu corpo e sabe onde tem prazer, é mais fácil indicar para o parceiro, que fica bem perdido se o assunto é ponto G", fala Suely. Experimente algumas posições ao mesmo tempo em que pergunta para ele: "Como você acha mais gostoso, assim ou assado?". Depois, sugira: "Agora vamos fazer o contrário?".


Não é chegado em sexo oral (ou não faz de um jeito gostoso)

Apele para a vontade dele de ser o guru do sexo e abra o jogo: fale como você atinge o orgasmo mais fácil com sexo oral. Se o gato estiver beijando seu corpo, tente conduzir, de leve, a cabeça dele lá pra baixo. Experimente um jogo erótico do eu-faço-se-você-fizer!



Ele não fala uma palavra durante o sexo, não diz se está gostando e isso é importante para você. E agora?

A dica é ameaçar o gato em tom sexy. Fale coisas do tipo "Está gostando? Ah, acho que não, vou parar...". Quando ele pedir pra continuar, rebata: "Então diz que está bom, me chama de gostosa, me convence a ficar aqui".


Ele vira para o lado e dorme após o sexo. Caramba, que coisa irritante!

A sexóloga explica o porquê disso: ``Depois da transa, o homem relaxa pra valer. Já a mulher fica ligada. Isso é bastante comum". Mas dá pra segurar o gato acordado mais um pouco: coloque uma música, elogie a performance dele, peça (com jeitinho) um cafuné e conte como você curte ficar abraçadinha...




Ele não aceita brinquedinhos eróticos e não dá chance para fantasias na cama

Prepare o terreno. Num momento descontraído, diga que uma amiga comprou um brinquedinho e está adorando. Observe a reação dele. "Evite surpresas aqui. O cara pode ficar tímido ou achar que o desempenho está ruim", alerta a sexóloga.


Conselho extra: Fale com muito jeitinho!

Está certo: se a gente não falar, ele nunca vai saber. Mas a forma como se diz é o grande segredo pra evitar desconfianças e inseguranças da parte dele. Use sempre palavras positivas para estimulá-lo e evite críticas. Em vez de soltar um "você não sabe me tocar direito", prefira um "seu toque me deixa louca, ainda mais quando é bem aqui", indicando sua região de prazer. Com jeitinho, vai!









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